Pelo fim dos zoológicos

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O acidente envolvendo uma criança no zoológico do Paraná acende o debate sobre até onde um zoológico é eficaz e tem um papel importante.

Animais são mantidos em cativeiro há pelo menos 25.000 anos. Bombos eram mantidos em cativeiro há 6.500 anos, no Iraque.

A primeira coleção de animais foram feitas por egípcios a 4.000 anos. E a 3.000 anos foi fundado na china os Jardins da Inteligência um enorme zoológico. Dizem que o zoo seria um local para manter e preservar os animais e também uma maneira do homem conhecê-los pessoalmente.

Mesmo com a modernização dos zoológicos muitos problemas de comportamento, estresse, depressão, compulsividade são detectados em alguns animais. Por isso, ao meu ver, manter zoológicos não é algo tão eficaz e correto de se fazer. Animais tem seus instintos e privá-los disso é tortura.

A humanidade deveria investir em áreas de preservação protegendo estes animais no seu habitat natural. Sou a favor da extinção dos zoológicos por melhor que seja a boa intenção. Privar os animais da liberdade não nos fará diferentes dos que os caçam. Por isso repito, as nações deveriam investir na proteção no próprio habitat natural destes.

Cada espécie animal precisa de um “espírito” específico, que permita a preservação daquele tipo de vida de forma autônoma. Isso os zoos não podem fazer. Um animal nascido em cativeiro depois de 3 gerações perde todo seu “espirito” ou seja não resta conhecimento algum de como se interagir ou viver no seu habitat natural.

O que se conhece sobre a vida dos animais selvagens se deu pelo convívio de etolos no seu ambiente natural e não de estudos feitos em zoológicos. O que se conseguiu estudando estes animais em zoológicos foram apenas ideias supostas nascidas da mente humana.

Poderia-se criar zoológicos virtuais – como enciclopédias – com informações melhorando assim o conhecimento do homem a respeito dos animais e motivando o respeito para com eles.

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Animais ou anjos com compaixão?

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Mario, cujo sobre nome não foi divulgado, foi funcionário do zoológico de Diergaarde Blijdorp, a maior parte de sua vida adulta. Mario era responsável por cuidar dos animais e limpar os cercados. Hoje portador de um câncer terminal, Mario pediu como útimo desejo visitar o zoológico e rever os animais que cuidava.

E assim foi feito. A fundação Ambulância do Desejo levou Mario para rever os amigos. Assim que se aproximou das girafas, elas vieram em sua direção e uma delas começou a beijá-lo. “Os animais o reconheceram e perceberam que havia algo errado com ele. Foi um momento muito especial”, afirmou Kees Veldboer, presidente da fundação Ambulância do Desejo.

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Mas, ao contrário do que se pensa, não é incomum animais que tenha habilidades especiais. Cães treinados, por exemplo, podem detectar vários tipos de câncer apenas farejando a urina do paciente. Outros conseguem prever compulsões de pessoas com epilepsia grave com até 40 minutos de antecedência, tempo em que o paciente pode procurar ajuda ou se proteger.

O New England Journal of Medicne publicou em 2007 uma matéria sobre um Oscar, um gato que “previa” a morte dos pacientes de uma casa de saúde. O gato adotado pela equipe da Casa de Saúde e Reabilitação Steere em Providence fez ao menos 25 previsões corretas. Horas anteriores a morte de um dos pacientes, Oscar deitava-se perto do leito do paciente para lhe fazer uma despedida. A Casa então começou a preparar a família sempre que o gato guardava o leito de algum paciente.

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Uma experiência executada com macacos por Robert Miller e discutida por Marc Hauser, surpreendeu a universo “zoocientífico”. Determinado macaco tinha de puxar uma cadeira para pegar sua comida, mas ao puxá-la outro macaco levava um choque. O que se observou é que alguns macacos passavam dias sem comer para não ferir os companheiros, principalmente aqueles que conheciam o outro animal.

Você tem uma explicação cientifica para isso?! Então guarde pra você, prefiro acreditar que são anjos!