Que tal colocar seu Pit Bull para competir?

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Foi-se o tempo que as pessoas tinham a ideia que o Pit Bull só servia para ser um cão de briga. A ideia errada de que a raça é perigosa e os mitos muitas vezes absurdos do tipo “Ele possui o cérebro maior que a caixa craniana e de uma hora pra outra sente um dor de cabeça e ataca o dono” estão se tornando folclore.

Aqui em Franca uma turma denominada Equipe Drena Dogs vem se unindo para tornar a raça conhecida de maneira correta. Utilizando seus cães em competições de Game Dog, onde os cães competem e testam sua força, agilidade e inteligência em provas de tração, salto em distância, escalada, obediência e até mergulho, essa equipe se destaca pela garra, vontade e persistência. Novata nas competições, ela já conquistou o seu espaço obtendo primeiro lugar em algumas provas.

Os encontros acontecem aos sábados em algum ponto da cidade, onde são passadas informações de comportamento, treinamento, troca de experiências. Qualquer dúvida entre em contato com Robson Cunha pelo fone (16) 99404-8066.

Obrigado!!! Dino Adestrador12211332_912059305525929_356659236_o

Senhoras e senhores… O Rottweiler

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Usado como cão de polícia após a Primeira Guerra Mundial, o Rottweiler se destaca por sua inteligência, coragem a companheirismo. Grande protetor de seu dono e do território em que vive, dono de uma mordida potente e com fama de mal, ele mantém afastado todo possível intruso. Também é taxado como cão assassino por muitos da mídia, e aceito como tal por pessoas que não sabem do que estão falando.

O rottweiler teve seu nome associado a um cão assassino nos anos 70, quando foi apresentando no filme A Profecia como protetor do anticristo. Na novela Vamp, aqui no Brasil, o vampiro Vlad se transformava num rottweiler, também assassino.

Na verdade, o rottweiler é um cão com temperamento firme, porte imponente de meter medo em intrusos, e cumpre seu papel de guarda com vigor. Todos esses tópicos foram tratado no último dia 13 de setembro, no Primeiro Encontro de Rottweilers de Franca. Lindos exemplares com ótimo temperamento fizeram parte do evento, mostrando aos leigos a verdadeira essência da raça.

Temas como criação, saúde e adestramento foram abordados, reforçando os cuidados de quem possui ou quer possuir essa magnífica raça. Outros encontros já estão sendo planejados com novos temas, vale apena conferir.

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Tudo depende de como os criamos

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Algumas raças foram criadas para gerarem ferozes cães de guarda, briguentos e protetores, mas nenhum deles são ferozes por natureza. Foram geneticamente cruzados para isso acentuando personalidades.

O espírito natural do cão é guardar e proteger sua família, seja ela canina ou humana. Quando ameaçados é do seu instinto se defender. Basta que sejam criados de maneira correta, devidamente socializados e equilibrados para terem capacidade de avaliar se uma situação é realmente perigosa ou não.

Por isso se não são treinados ou educados para avaliar tal situação o intuito é atacar qualquer coisa mesmo que inocente.

Muitos cães se tornam assassinos porque aprendem a ter medo e, geralmente, este medo surge quando uma pessoa o mal-trata ou o negligencia.

Temos que lembrar que o ser humano é quem carrega o livre arbítrio e ele pode moldar o cão e decidir que tipo de companheiro quer.

Lei da Focinheira

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É muito comum eu ouvir de donos de rottweilers, pit bulls e mastim napolitanos – raças citadas na lei – que a lei que obriga o uso de focinheira em raças consideradas “perigosas” é injusta.

Também a considero discriminatória, tendo em vista que o número de ataques de cães pequenos são maiores do que dessas raças, mas o FOCO do problema está no tamanho do estrago. Um cão de raça pequena não causa o estrago que uma dessas raças de grande porte é capaz , por isso a lei pende para este lado.

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Muitas vezes andando na rua com minha rottweiler fui atacado por cães pequenos de proprietários que os deixam na rua soltos ou que abrem o portão para aquela famosa “voltinha”. O mais impressionante é que, geralmente, os donos do cão que veio puxar briga com meu rottweiler se acham no direito de discutir, brigar e até me xingar por eu estar andando com o meu cão, mesmo ele estando com guia curta e focinheira em plena luz do dia e em lugares públicos.

Uma grande hipocrisia da parte dessas pessoas que acham-se no direito de deixarem seus cães soltos na rua incomodando toda a vizinhança e brigando com nossos cães que estão presos a guia e de focinheira, respeitando a legislação. Digo sempre aos meus amigos que possuem essas raças que andem sempre dentro da lei para que mostrem que quem quer possui uma dessas raças passe o exemplo de pessoa responsável.

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Quanto ao cão que avança o seu, não se esqueça você também tem seus direitos, e nada te impede de fazer um boletim de ocorrência contra a pessoa que não pratica a posse responsável, mesmo que o cão dela seja considerado de raça “mansinha”.

Segue abaixo a Lei Estadual 11.531/03, regulamentada pelo decreto 48.533/04:

Artigo 1º – A condução em vias públicas, logradouros ou locais de acesso público exige a utilização de coleira, guia curta de condução e enforcador, para os cães das seguintes raças:
I – “mastim napolitano”;
II – “pit bull”;
III – “rottweiller”;
IV – “american stafforshire terrier”;
V – raças derivadas ou variações de qualquer das raças indicadas nos incisos anteriores.
§ 1º – Tratando-se de centros de compras ou demais locais fechados, porém de acesso público, eventos, passeatas ou concentrações públicas realizados em vias públicas, logradouros ou locais de acesso público a condução dos cães das raças abrangidas por este artigo deverá ser feita sempre com a utilização de coleira, guia curta de condução, enforcador e focinheira.
§ 2º – Define-se por guia curta de condução as correias ou correntes não extensíveis e de comprimento máximo de 2 (dois) metros.
§ 3º – O enforcador e a focinheira deverão ser apropriados para a tipologia racial de cada animal.

Artigo 2º – A multa referida no artigo 3º da Lei nº 11.531, de 11 de novembro de 2003, será imposta pelos profissionais das equipes de vigilância sanitária, com observância do disposto na Lei nº 10.083, de 23 de setembro de 1998 – Código Sanitário do Estado.
Parágrafo único – A multa terá valor dobrado, em caso de reincidência.

Artigo 3º – Qualquer pessoa do povo poderá comunicar ao órgão responsável pela vigilância sanitária as infrações à Lei nº 11.531, de 11 de novembro de 2003, e a este decreto, indicando as provas que tiver.
§ 1º – Recebida a comunicação prevista no “caput”, ou constatada ex-officio a infração, o órgão responsável pela vigilância sanitária deverá colher as provas pertinentes e, constatando infração ao disposto na Lei nº 11.531, de 11de novembro de 2003, e a este decreto, a autoridade sanitária competente lavrará de imediato os autos de infração correspondentes.
§ 2º – As infrações sanitárias serão apuradas em processo administrativo próprio, iniciado com o auto de infração, observados o rito e os prazos estabelecidos no Código Sanitário do Estado e, no que couber, a Lei nº 10.177, de 30 de dezembro de 1998, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Estadual.

Artigo 4º – Qualquer pessoa do povo poderá solicitar concurso policial, quando verificada a condução de cães em desacordo com as regras estabelecidas no presente decreto ou, ainda, quando verificada a ocorrência de omissão de cautela na guarda ou condução de animais, nos termos do artigo 31 Lei das Contravenções Penais – Decreto-Lei federal nº 3.688, de 3 de outubro de 1941.
Parágrafo único – A autoridade policial deverá, verificada a conduta do agente, comunicar o fato ao órgão responsável pela vigilância sanitária para lavratura de auto de infração, se for o caso, providenciando, ainda, a condução do infrator à delegacia de polícia da circunscrição para lavratura de termo circunstanciado noticiando a omissão de cautela na guarda ou condução de animais, dando início ao procedimento respectivo, de acordo com a Lei federal nº 9.099, de 26 de setembro de 1995, além de outros delitos que eventualmente se configurem.

Artigo 5º – Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Não tem um mais baratinho?

Sou criador de rottweilers tenho um canil registrado no Kennel Club Brasileiro. Prezo pela qualidade e padrão dos cães que crio, ou seja procuro seguir o padrão que a raça pede.

O rottweiler é um cão robusto, forte, de temperamento firme, sem descontrole emocional. Para se manter uma qualidade dessa requer dedicação, qualidade no tratamento e eleição da raça. Às vezes muitos me ligam e quando ficam sabendo o preço logo me perguntam:

– Não tem um mais barato?

Respondo que não. Só tenho cães de qualidade, selecionados dentro dos padrões que a raça exige. Os que adquirem os mais “baratinhos” com o tempo me ligam perguntando:

-Dino, tem algum suplemento que possa dar para o meu cão que o faça encorpar? O cão geralmente é muito magro ou a cabeça dele é pequena, etc.

Nesse momento faço ele lembrar da genética que mencionei quando me perguntou se eu tinha um mais baratinho. Existe uma grande diferença entre criador e cachorreiro.

Um cachorreiro cria com ração barata, não seleciona matrizes, não exercita os cães, não se preocupa com a árvore genealógica e com doenças hereditárias. Apenas cruza e vende, não se informa, não estuda.

Pelas fotos, qual rottweiler você acha que é de um criador?

Que Raça comprar?!

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Em primeiro lugar é impostante considerar o seu estilo de vida, baseie-se nisso. Se você gosta de praticar esporte e quer um companheiro, procure um cão dentro dessas características, pesquise bastante sobre o temperamento das raças.

Se quer um cão mais tranquilo você deve, igualmente, observar o temperamento dos cães, ou seja, ver qual raça apresenta essa qualidade. Mas lembrando que dentro de cada raça podem haver filhotes passivos, ativos, hiperativos e reativos.

Visite os canis, verifique a higiene, a qualidade de vida dos animais e se os animais não possuem falhas nos pelos, machucados, etc.

Geralmente as pessoas preferem os cães ativos ou cães chamados de “easy going”. Para encontrar essa característica no filhote, o melhor é levar um profissional que saiba fazer os testes. Ele poderá detectar até mesmo sinais de desvios de comportamento, o que irá evitar surpresas no futuro.

Em caso de dúvida vá a uma feirinha de adoção e adote um SRD pois este tem todas as raças num só.

Jesus, Mary, Josephy

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Marcia tinha Mary e Josephy irmãos, um iria fazer companhia para o outro. Sem que Marcia visse Mary cruzou com Josephy e desse cruzamento nasceu Jesus. Mesmo assim Marcia nunca se preocupou em castrar Mary ou em separar Mary pois Josephy nunca deixava Jesus se aproximar da mãe no cio e somente ele cruzava com ela. Um dia Mary entrou no cio novamente e ao chegar em casa Marcia encontrou Josephy morto, Jesus havia matado Josephy por causa do cio da mãe. Por fim apenas Jesus havia cruzado com a mãe gerando uma gravidez problemática vindo a matar Mary durante o parto. Ao final sobrou apenas Jesus que em fim foi castrado e vive sozinho sem Josephy e sem Mary apenas com Marcia.

Cruzamento fechado pode causar ou trazer a tona defeitos que estavam escondidos no gene dos cães desde defeitos físicos até mesmo psicológicos. Existem entre criadores os cruzamentos fechados para destacar alguma qualidade mas ao mesmo tempo pode trazer atona muitos defeitos ou acentua-los.
Quanto mais se cruza parentes de primeiro grau mais complicado vai ficando. Por isso se cruzamento entre parentes feitos por criadores que sabem selecionar já é difícil imagina um cruzamento sem seleção. Por isso se você possui um casal de cães que são parentes de primeiro grau cuidado o melhor a se fazer é castra-los.

A historia a cima é fictícia mas qualquer semelhança é mera coincidência!

Após ataque na semana passada, rottweiller vira assunto nas redes sociais

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A história do rottweiler que atacou a criança em Patrocínio Paulista gerou muito debate nas redes sociais. Mas muitos desses debates viraram ataques pessoais onde pessoas defendem suas opiniões com unhas e dentes.

Meu Facebook choveu de perguntas sobre a raça e vou aproveitar este espaço para responder a algumas delas.

O rottweiler foi criado em laboratório?

Não! O rottweiler é uma das raças mais antigas que se tem notícia. Há relatos de rottweilers acompanhando legiões romanas nos Alpes, servindo de guarda para homens e ajudando na condução do gado. O rottweiler herdou seu nome da antiga cidade de Rottweil: Rottweiler Metzgerhund (Cão de açougueiro de Rottweil – uma vez que os açougueiros criavam a raça com a única finalidade de trabalho). O fato de ter chegado ao Brasil em 1970 não quer dizer que ele veio de outro mundo ou de um tubo de laboratório.

 

O rottweiler é uma raça agressiva?

Não! O rottweiler tem uma personalidade marcante, ele é apegado ao dono, mas indiferente com estranhos. Sua maturidade é atingida aos dois anos por isso a maioria dos ataques se dá nessa idade onde donos não estão atentos aos sinais de que o cão chegou a idade adulta. Essa falta de liderança faz com que o cão a assuma.

 

Posso criar meu rottweiler com crianças?

Sim, como qualquer outro cão! Mas nunca se deixa uma criança sozinha com um cão de guarda, não por não confiar no cão, mas sim por não confiar na criança.

 

Mas alguns rottweilers são agressivos. Por quê?

Quando se é criador sério o mesmo preza pelas características não somente físicas, mas psicológicas do cão. Por isso, cães sem linhagem, comercializados de forma indiscriminada por criadores de fundo de quintal, que não submetem seus cães a testes de temperamento através de provas práticas de adestramento, recebendo um certificado que habilita o cruzamento, sempre terão maior chances de estar na mídia como “cães assassino”.

 

Devo mandar adestrar meu rottweiler?

Sim! Mas lembre-se um mal profissional também pode machucar o seu cão.

 

Que perfil precisa ter um proprietário de rottweiler?

Ter liderança, não ter medo, conhecer o animal que tem, sua linguagem de sinais, ter condições financeiras para mantê-lo, tempo para promover exercícios físicos e socialização.

 

O que você diria para as pessoas que querem exterminar a raça?

Não diria nada, pessoas que pensam em exterminar são incapazes de criar, pessoas assim podem num instante acabar com uma vida ou acabar com a própria vida. Por não conseguirem criar ideias de mudança, conviver ou pelo simples fato de terem dificuldade de entender.

Os cães ladram e a caravana passa (rs)!!!

Imagens de Apoio? Prefiro palavras de Apoio!

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Sinto muito pela família da criança, sinto muito pelo dono do cão e sinto muito pelo rottweiler.

Vendo a reportagem de capa do ‘Comércio da Franca do dia 31/05/2014 (sábado) resolvi comentar, pois quando acontece uma infelicidade de um cão atacar alguém as pessoas querem sempre uma opinião minha. Alguns ficam parados em silêncio olhando o que um “especialista” irá dizer, seja para apoiar ou “cair de pau” me chamando de idiota ou ignorante.

Muitos sabem que sou fiel naquilo que acredito pelo menos até que me provem o contrário. Tenho minha opinião formada e antes de obter minha opinião me baseio em fatos, vivência e isso tudo adquiro a cada dia. No meio em que trabalho vivencio situações do cotidiano canino onde algumas encaro com naturalidade outras com repudio. Respeito todas as opiniões, pois elas também foram formadas a partir de informações que a pessoa tem ou por vivência, mesmo que poucas ou pequenas. Mas o que se espera é que as pessoas tenham o bom senso de mudar assim que obtêm algo mais concreto do que elas tinham até formarem sua primeira, sua segunda ou terceira opinião. Como disse certa vez, no Brasil existem os experts de plantão que são especialistas no assunto do momento e as idiotices e o que vejo de comentários sem nexo são sem noção, como: “essa raça foi criada em laboratório”; “o rottweiler tem o cérebro grande demais e sua cabeça não comporta”; “esse cão é o demônio, eu vi num filme em que o demônio reencarnava nele”, e assim por diante.

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Uma emissora de TV me ligou solicitando um rottweiler para coletar imagens de apoio, poderia ser qualquer só tinha que ser da mesma raça e que era apenas para completar a reportagem. Sugeri que pegassem imagem de um ser humano qualquer representando a irresponsabilidade. Será que, quando um padre ou pastor comete pedofilia ou um politico é acusado de corrupção, eles pegam imagens do papa para usar de apoio ou de qualquer politico pra representar a corrupção? O ser humano acha que é Deus, julga, condena e mata o que lhes convém.

Um casal joga uma criança da janela de um apartamento, uma filha mata os pais dormindo, ladrões matam um bebê no colo da mãe porque estava chorando, são presos e logo voltam pra sociedade. Um cão mata uma criança e em 10 dias é condenado a morte. Agora muitos estão dizendo do alto do monte olimpo onde moram os deuses: adota ele Dino, leva pra viver com seus filhos! Sim, eu levaria, se tivesse mais espaço, pois eu, como adestrador, assim como muitos que os tem, sabemos os cuidados que devemos ter com certas raças. Pessoas que repudiam a raça são pessoas que tem acesso apenas as más informações, textos de repórteres bem redigidos com palavras fortes rebaixam a raça, formam opiniões e alienam a população.

Onde estava esta mídia a 15 anos atrás quando minha Rottweiler Kaoma fazia o trabalho de terapeuta, visitando asilos, cheches e hospitais? Onde estavam quando lancei meu livro contanto toda a histária dela? Com certeza atrás de sensacionalismo! Mal sabem eles que tive uma rottweiler sensacional.

Veja o vídeo e entendam um pouco mais do que estou falando:

Senhoras e senhores… O rottweiler!

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Você se lembra do filme da década de 70 chamado A Profecia? Foi nele que usaram um rottweiler para representar o protetor do Anti-Cristo.

Na novela Vamp da Rede Globo, o animal também foi estigmatizado como violento, na forma animalesca do vampiro Vlad. Isso ajudou com que a raça fosse vista como violenta, agressiva.

A verdade é que qualquer cão de guarda criado e treinado para ser violento, o será, pois ele é habituado a ser assim. As raças de cachorro, infelizmente, são como produtos que revezam o ranking dos mais vendidos. Quando o rotweiller era a raça mais vendida do mundo – inclusive no Brasil – a criação descriteriosa para atender a demanda fez com que o cão com tendência a ser agressivo se torne ainda mais agressivo.

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Ao meu ver, o problema está no não cumprimento da lei pelas autoridades.

O artigo 31 da Lei das Contravenções Penais prevê pena de prisão simples de dez dias a dois meses ou multa de R$200 a R$2.000 para aquele que deixar em liberdade, confiar à guarda de pessoa inexperiente, ou não guardar com a devida cautela animal perigoso.

A Lei Municipal 10.309 de 1987 da cidade de São Paulo, trata do controle de zoonoses. O parágrafo único do artigo 7º determina que os cães mordedores e bravios somente poderão sair às ruas devidamente amordaçados, ou seja, com focinheira. Ainda segundo tal lei, será preso o cão mordedor que for agente de dois ataques comprovados por boletim de ocorrência.

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Já em seu artigo 13°, a lei diz: “os atos danosos cometidos pelos animais são de inteira responsabilidade de seus donos e, quando o ato danoso for cometido estando o animal sob guarda de outra pessoa, se estenderá a esta à responsabilidade pelos danos causados”.

Qualquer pessoa que for atacada por um animal deve imediatamente procurar uma delegacia de polícia para registrar um boletim de ocorrência. Vejam que o problema não é o animal ou seu temperamento é do “animal” – rs – que treina o cão a ser cada vez mais agressivo de maneira a perder o seu controle.