Cão em apartamento

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A Constituição e o Código Civil não proíbem a permanência de animais num apartamento e, se a lei não proíbe, então ela permite.

Assim, algumas leis de condôminos permitem animais de pequeno porte o que ao meu ver é uma lei feita por quem não entende nada de animais.

Se eu criar uma araponga ou um galo no meu apartamento darei mais aborrecimento aos vizinhos do que criar um cão da raça dogue alemão cuja característica é de latir pouco, bem menos que um pinscher, por exemplo.

Outro ponto mostrado pelos advogados que defendem animais em apartamentos é que, em palavras simples, o lar de um homem é seu castelo e esse pode ter o que quiser dentro dele, desde que não infrinja o Código Civil e a Constituição Brasileira.

Muitas pessoas desistem de lutar pelos seus direitos achando que vão perder nos tribunais, mas o que se vê é cada vez mais juízes dando ganho de causa aos donos e aos seus animais.

Mas lembre-se: você deve manter sempre a política de boa vizinhança. Não deixar seu cão latir atoa, manter seu cão preso a guia quando usar áreas comuns do condomínio, usar o elevador de serviço e não deixar seu cão fazer as necessidades fisiológicas em qualquer lugar, etc. Assim você mostrará que respeita o direito do seu vizinho e conquistará o seu de ter um animal de estimação.

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Eleição: propostas à causa animal

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É incrível o quanto estou recebendo de e-mail de candidatos preocupados com a causa animal. Interessante que nenhum apresentou proposta alguma, nem plano de governo, nem ideia de alguma lei para cuidar dos animais.

Até “ontem” não ouvi falar de nenhuma desses candidatos e nem os vi participando de algum movimento em prol de animais de rua ou contra maus tratos, se quer preocupavam com os cãezinhos de rua ou com qualquer outro tipo.

Depois que notaram que a cada dia as pessoas se preocupam e sensibilizam com animais, iniciou-se uma busca tremenda pelo voto destes eleitores que podem até mesmo decidir uma eleição.

Por isso deixo aqui algumas dicas para você que pretende votar em algum candidato que se diz adepto a causa animal:

– Pesquise de onde ele vem;
– Se já estava participando ou participa de alguma ONG ou grupo de proteção;
– Quais são suas propostas;
– Se as propostas condizem com a atual situação e se são de fácil realização;
– Se tem a ficha limpa;
– Se demonstra realmente entender a situação de cães abandonados ou animais maltratados;
– Se está por dentro das leis que regem a causa animal;
– E tenha sempre em mente: NÃO É PORQUE TRABALHA NA PROTEÇÃO ANIMAL QUE SERÁ UM BOM REPRESENTANTE POLÍTICO!

Analisando todo o perfil você poderá tirar suas conclusões e decidir se você e seu animal merecem ou não merecem aquele representante.