Bolas de pelo

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Quem tem um gato ja notou o quanto eles gostam de se manter limpo, por isso se lambem com frequência pois essa é sua maneira de tomarem banho.

Durante esse processo eles acabam ingerindo os pelos que estão soltos que com o passar do tempo vão formando bolas de pelo no estômago o que passará a fazer mal ao bichano. Então quando meu gato estiver tossindo e expelindo uma água com pelos pela boca é preocupante?

Não! na verdade é até benéfico. Mas caso isso ocorra com frequência é bom procurar um medico veterinário, pois ele pode não estar bem de saúde. Esta “água” ou até mesmo pasta que sai pela boca do animal evita que os pelos se acumulem no estômago.

Sinais que mostram que seu gato tem bolas de pelo no estômago são:

Falta de apetite, perda de peso progressiva, depressão, sono excessivo, gases, redição na quantidade das fezes, vômitos frequentes (tentativa de eliminar as bolas de pelo do estômago) e apatia.

Existem no mercado pastas e petiscos que ajudam o cão a eliminar as bolas de pelo através das fezes. Estas pastas são simples a práticas.
Você passa um pouco na pata dianteira do gato e este vai se limpar lambendo e assim iniciando o processo para eliminação das bolas de pelo.

Para evitar essa situação o melhor é escovar seu gato para diminuir a quantidade de pelos soltos. Outra dica é comprar rações de qualidade, pois elas possuem maior quantidade de fibras, as quais auxiliam o organismo do bichano a eliminar os pelos por meio das fezes.

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Lamber, morder e coçar compulsivamente. O que pode ser?

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Ao tentar determinar os motivos que seu cão está lambendo ou mordendo excessivamente, veja se algo está causando desconforto físico.

Outro problema é se o cão não estiver produzindo hormônios da tireoide suficientes ou eliminando muito cortisol, o que pode causar infecções de pele. Você pode notar manchas pequenas e vermelhas e seu cão pode coçar ou lamber como se estivesse incomodado.

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Uma pessoa ansiosa ou com distúrbio psicológico pode roer as unhas, torcer os cabelos, se alto flagelar, e os cães também podem ter respostas físicas para distúrbios psicológicos. Na verdade, alguns cães desenvolvem uma doença semelhante ao transtorno obsessivo compulsivo humano. Ele pode se manifestar como coceiras, lambidas ou mordidas que podem causar feridas e até mesmo mutilação. Quando seu veterinário já investigou todas as causas físicas e todas foram descartadas, é hora de pensar em tratar o psicológico do seu cão. Geralmente cães com transtorno obsessivo compulsivo são cães entediados , sem atividade física ou que sofrem estresse causados por donos agressivos.

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Fazer atividade física e dar brinquedos que estimulem a movimentação do cão são os primeiros passos para o tratamento. A procura de um profissional que oriente a melhor maneira de tratar também se faz necessário. Então siga os seguintes passos:

• ELIMINAÇÃO DE PARASITAS.
• MUDANÇA ALIMENTAR.
• USO DE MEDICAÇÕES INDICADA PELO VETERINÁRIO

O cão autolimpante

Lembre sempre da higiene do seu cao– Alô! Dino, tô desesperada, precisando de ajuda urgente!
– O que foi minha senhora?
– Meu cachorro está comendo o cocô dele.
– Ué! A senhora tem um cão auto limpante (hahaha).
– É! Mas ele lambe minha bocaaaaaa! E descobri isso agora!!

Diálogo nojento, não é?!

Bom, cães costumam comer fezes de outros animais, principalmente de herbívoros. A mãe quando tem filhotes come as fezes deles para manter o ambiente limpo. A coprofagia é uma condição que leva o cão a comer as próprias fezes. É um hábito difícil de quebrar porque constitui em si uma recompensa, ou seja, o cão retira prazer da ingestão das próprias fezes.

Pode estar associados à falta de enzimas digestivas, vermes, desnutrição, estresse quando o cão faz pelo fator lúdico, ou por até mesmo ver o dono recolhe-las.

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Cães que apanham quando fazem suas necessidades no lugar errado podem passar a comer as fezes para escondê-las do dono. É muito importante realizar um exame minucioso para descartar os problemas de ordem física, ou seja, que envolve saúde, descartando tais problemas. Então começa o tratamento psicológico e este requer muita paciência, tempo e persistência.

Existem no mercado muitos remédios que prometem acabar com a coprofagia, mas na verdade são apenas colaboradores com o tratamento que o adestrador deverá iniciar. Esses remédios costumam agir por um período, mas logo o cão se acostuma com o gosto das fezes novamente.

Um inibidor temporário e barato é o uso de um pouco de abacaxi misturado a ração. A fruta pode mudará o PH das fezes e enquanto o cão repudia por um período, o dono entra com o tratamento psicológico. O tratamento consiste em exercícios físicos, correções indiretas no momento exato e brinquedos atrativos que são inseridos no ambiente quando o dono se faz ausente.

É difícil, mas não impossível.

Boa sorte!