Coluna

coluna1

Faz duas semanas que minha coluna esta atacada e isso me inspirou a escrever sobre problemas na coluna do cão.

As incidências de problemas na coluna de um cão são os mesmos dos humanos e se eu estou sentindo uma dor dessas imagine o sofrimento de um cão que não sabe falar?

Cães também tem hérnia de disco, bico de papagaios, lesão na coluna devido a algumas brincadeiras exageradas, etc. Por isso evite que o cão puxe durante o passeio, não o deixe subir escadas e nem pular de grandes alturas.

coluna2

Mas como sei que meu cão está com dor na coluna?

Alguns sintomas são: dor ao se movimentar, o cão ficar deitado o tempo todo, se movimentar com dificuldade, gritar quando é tocado na coluna ou movimentado pelo dono, perda de apetite, etc

coluna3

Então reforçando as dicas:

– Não deixe o animal pular de grandes alturas;
– Cuidados com escadas, principalmente na descida. Caso o animal já esteja com problema severo, evite-as;
– Para os animais que dormem na cama ou sofá, compre uma escadinha ou rampa para ajudá-los a subir e descer e não ter impacto na coluna (tem em diversos pet shops);
– Coloque um colchonete e cobertores para não deixar a friagem e umidade do chão piorar a dor que seu animal sente;
– Faça acupuntura e acompanhamento veterinário;
– Use medicações analgésicas conforme receitado pelo veterinário;
– Controle a obesidade de seu cão.
Seguindo estas dicas você pode evitar ou até ajudar no tratamento do problema de coluna do seu cão.

Anúncios

Como é Amar um Cão?

cao amor

Cães estão mais conectados com o mundo espiritual do que nós humanos, podem ter certeza disso. Ao contrário dos humanos, eles não perdem sua conexão com Deus, por isso, muitas vezes são chamados de anjos, pois de uma maneira simples, mas de maneira profunda nos ajuda a entender a vida.

Quantos cães em estado terminal você viu lamentar ou reclamar de dor? Cães, mesmo desprovidos de juventude, tentam nos passar felicidade e a mensagem de estarem ainda ali, ligados a nossa alma. Muitos mesmo sem conseguir se movimentar totalmente ainda insistem num abanar de cauda ou simplesmente nos seguem com os olhos. Eles já nascem sabendo fazer isso.

Lembro-me de Brisa, filha de Kaoma a qual relato sua breve passagem por este mundo, no meu livro “Um Anjo Chamado Kaoma”. Brisa quando nasceu foi rejeitada por Kaoma que insistia pelo instinto não criá-la por isso se recusava a amamentá-la e muitas vezes rosnava para ela. Eu na minha insistência obrigava Kaoma a amamentar obrigando a se deitar e permanecer com a filhote ali até que esta se saciasse.

Brisa depois de algum tempo apresentou uma insuficiência renal e teve que ser internada as pressas e na minha última visita, a encontrei deitava numa mesa sob uma almofada, amarrada com soro ligado em sua pequena veia, as únicas coisas que se mexiam eram seu rabinho, sua cabecinha que se levantava um pouco e seus olhos.

Ao entrar Brisa me reconheceu pela voz, batia o rabinho na mesa, me aproximei já sabendo da noticia que ela poderia não sobreviver, pois os rins haviam parado. Aproximei meu rosto daquele focinho gelado e no meu ouvido deixei Brisa respirar. Conversei com ela por alguns minutos agradecendo pela alegria que ela trouxe a minha casa e elogiando sua força para continuar viva.

Ao me retirar, pude ver seus pequenos olhos me acompanhando, e caminhando pelo corredor da clinica eu escutava seu rabinho batendo na almofada e o som ficando cada vez mais longe. Poucas horas depois recebi a noticia que Brisa havia morrido. Tão pequena, tão frágil, tão nova, tão guerreira sem nenhum ganido sem reclamar

Brisa aceitara seu destino. Até hoje quando estou adestrando e um vento leve me acaricia a orelha, lembro-me de Brisa um pequeno anjo que passou por aqui e em pouco tempo deixou muita lição para se aprender. Eu poderia explicar como é amar um cão, mas não iria adiantar se você não tiver um. Agora, quem tem, não precisa de explicação.