Cocô mole

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Muitos cães passam a vida toda com as fezes pastosas, quando deveria ser firmes sequinhas. O que pode estar acontecendo?

Primeiramente deve-se descartar a possibilidade de vermes até mesmo a giardiase e isso quem vai dar o diagnóstico é o seu veterinário.

Dado o diagnostico o veterinário irá receitar o vermífugo correto tratando o problema do seu cão.

Mas alguns cães também podem possuir intolerância à proteína de frango e quando isso acontece basta mudar a ração para uma com cordeiro ou salmão e o problema logo é resolvido.

Filhotes cuja a quantidade de ração está exagerada também apresentam fezes moles. Neste caso, deve-se verificar na embalagem da ração e fornecer o que está indicado.

Filhotes que comem e destroem tudo pela frente também pode apresentar gastroenterite aguda podendo apresentar até mesmo sangue nas fezes.

Bom, a melhor maneira de se chegar a um diagnóstico é consultar seu veterinário, pois ele te indicará o melhor tratamento.

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O cão autolimpante

Lembre sempre da higiene do seu cao– Alô! Dino, tô desesperada, precisando de ajuda urgente!
– O que foi minha senhora?
– Meu cachorro está comendo o cocô dele.
– Ué! A senhora tem um cão auto limpante (hahaha).
– É! Mas ele lambe minha bocaaaaaa! E descobri isso agora!!

Diálogo nojento, não é?!

Bom, cães costumam comer fezes de outros animais, principalmente de herbívoros. A mãe quando tem filhotes come as fezes deles para manter o ambiente limpo. A coprofagia é uma condição que leva o cão a comer as próprias fezes. É um hábito difícil de quebrar porque constitui em si uma recompensa, ou seja, o cão retira prazer da ingestão das próprias fezes.

Pode estar associados à falta de enzimas digestivas, vermes, desnutrição, estresse quando o cão faz pelo fator lúdico, ou por até mesmo ver o dono recolhe-las.

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Cães que apanham quando fazem suas necessidades no lugar errado podem passar a comer as fezes para escondê-las do dono. É muito importante realizar um exame minucioso para descartar os problemas de ordem física, ou seja, que envolve saúde, descartando tais problemas. Então começa o tratamento psicológico e este requer muita paciência, tempo e persistência.

Existem no mercado muitos remédios que prometem acabar com a coprofagia, mas na verdade são apenas colaboradores com o tratamento que o adestrador deverá iniciar. Esses remédios costumam agir por um período, mas logo o cão se acostuma com o gosto das fezes novamente.

Um inibidor temporário e barato é o uso de um pouco de abacaxi misturado a ração. A fruta pode mudará o PH das fezes e enquanto o cão repudia por um período, o dono entra com o tratamento psicológico. O tratamento consiste em exercícios físicos, correções indiretas no momento exato e brinquedos atrativos que são inseridos no ambiente quando o dono se faz ausente.

É difícil, mas não impossível.

Boa sorte!