Como é Amar um Cão?

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Cães estão mais conectados com o mundo espiritual do que nós humanos, podem ter certeza disso. Ao contrário dos humanos, eles não perdem sua conexão com Deus, por isso, muitas vezes são chamados de anjos, pois de uma maneira simples, mas de maneira profunda nos ajuda a entender a vida.

Quantos cães em estado terminal você viu lamentar ou reclamar de dor? Cães, mesmo desprovidos de juventude, tentam nos passar felicidade e a mensagem de estarem ainda ali, ligados a nossa alma. Muitos mesmo sem conseguir se movimentar totalmente ainda insistem num abanar de cauda ou simplesmente nos seguem com os olhos. Eles já nascem sabendo fazer isso.

Lembro-me de Brisa, filha de Kaoma a qual relato sua breve passagem por este mundo, no meu livro “Um Anjo Chamado Kaoma”. Brisa quando nasceu foi rejeitada por Kaoma que insistia pelo instinto não criá-la por isso se recusava a amamentá-la e muitas vezes rosnava para ela. Eu na minha insistência obrigava Kaoma a amamentar obrigando a se deitar e permanecer com a filhote ali até que esta se saciasse.

Brisa depois de algum tempo apresentou uma insuficiência renal e teve que ser internada as pressas e na minha última visita, a encontrei deitava numa mesa sob uma almofada, amarrada com soro ligado em sua pequena veia, as únicas coisas que se mexiam eram seu rabinho, sua cabecinha que se levantava um pouco e seus olhos.

Ao entrar Brisa me reconheceu pela voz, batia o rabinho na mesa, me aproximei já sabendo da noticia que ela poderia não sobreviver, pois os rins haviam parado. Aproximei meu rosto daquele focinho gelado e no meu ouvido deixei Brisa respirar. Conversei com ela por alguns minutos agradecendo pela alegria que ela trouxe a minha casa e elogiando sua força para continuar viva.

Ao me retirar, pude ver seus pequenos olhos me acompanhando, e caminhando pelo corredor da clinica eu escutava seu rabinho batendo na almofada e o som ficando cada vez mais longe. Poucas horas depois recebi a noticia que Brisa havia morrido. Tão pequena, tão frágil, tão nova, tão guerreira sem nenhum ganido sem reclamar

Brisa aceitara seu destino. Até hoje quando estou adestrando e um vento leve me acaricia a orelha, lembro-me de Brisa um pequeno anjo que passou por aqui e em pouco tempo deixou muita lição para se aprender. Eu poderia explicar como é amar um cão, mas não iria adiantar se você não tiver um. Agora, quem tem, não precisa de explicação.

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Animais ou anjos com compaixão?

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Mario, cujo sobre nome não foi divulgado, foi funcionário do zoológico de Diergaarde Blijdorp, a maior parte de sua vida adulta. Mario era responsável por cuidar dos animais e limpar os cercados. Hoje portador de um câncer terminal, Mario pediu como útimo desejo visitar o zoológico e rever os animais que cuidava.

E assim foi feito. A fundação Ambulância do Desejo levou Mario para rever os amigos. Assim que se aproximou das girafas, elas vieram em sua direção e uma delas começou a beijá-lo. “Os animais o reconheceram e perceberam que havia algo errado com ele. Foi um momento muito especial”, afirmou Kees Veldboer, presidente da fundação Ambulância do Desejo.

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Mas, ao contrário do que se pensa, não é incomum animais que tenha habilidades especiais. Cães treinados, por exemplo, podem detectar vários tipos de câncer apenas farejando a urina do paciente. Outros conseguem prever compulsões de pessoas com epilepsia grave com até 40 minutos de antecedência, tempo em que o paciente pode procurar ajuda ou se proteger.

O New England Journal of Medicne publicou em 2007 uma matéria sobre um Oscar, um gato que “previa” a morte dos pacientes de uma casa de saúde. O gato adotado pela equipe da Casa de Saúde e Reabilitação Steere em Providence fez ao menos 25 previsões corretas. Horas anteriores a morte de um dos pacientes, Oscar deitava-se perto do leito do paciente para lhe fazer uma despedida. A Casa então começou a preparar a família sempre que o gato guardava o leito de algum paciente.

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Uma experiência executada com macacos por Robert Miller e discutida por Marc Hauser, surpreendeu a universo “zoocientífico”. Determinado macaco tinha de puxar uma cadeira para pegar sua comida, mas ao puxá-la outro macaco levava um choque. O que se observou é que alguns macacos passavam dias sem comer para não ferir os companheiros, principalmente aqueles que conheciam o outro animal.

Você tem uma explicação cientifica para isso?! Então guarde pra você, prefiro acreditar que são anjos!