Achado não é roubado

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Sequestrar cães esta se tornando uma prática comum. Tendo em vista que muitos donos tem os animais de estimação como membros da família, os criminosos veem a prática como uma forma de extorquir suas vítimas. Está cada vez pior, ao ponto de você estar passeando com seu cãozinho e tê-lo levado sob ameaça de um revólver.

Mas quero lembrar que também vejo casos em que muitas pessoas dizem que tiveram seu cão roubado quando estavam dando a famosa voltinha pela vizinhança e o cão é levado por uma pessoa que acha que este estava perdido.

A lei de posse responsável não se estende apenas a proprietários de cães de raça, de guarda ou grande porte. Donos de pequenos cães, inclusive os SRD (sem raça definida), também tem que cumprir normas de segurança, mantendo seus cães na guia durante o passeio, recolhendo suas fezes das calçadas, etc.

Se você solta seu cão sem identificação e este é encontrado e levado por alguém, isso não configura roubo nem sequestro, configura sim falta de responsabilidade de sua parte. Se seu cão está solto na rua e ele é atropelado por um motociclista que se machuca, caberá uma representação dele na justiça contra você, dono do cão.

Deixar um cão sair pra fazer o xixi e o coco na calçada do seu vizinho, além de ser uma baita falta de educação, mostra que você não esta dando a devida atenção a ele. Não quero entrar em debate de nenhum caso, estou apenas colocando o que é correto a se fazer, e o que é incorreto também, para que sirva de exemplo.

Não deixe seu cão dar a famosa voltinha, pois ele pode contrair doenças, fazer sujeira em lugares indevidos, ser levado por estranhos, ser atropelado e causas graves acidentes, dos quais você será o responsável.

Ah, e resumindo: achado não é roubado!

Leia no Portal GCN: Marley sai para fazer xixi no Palma, é sequestrado e ‘devolvido’ dias depois

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Meu cão ficou Cego, e agora?

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Cães ficam cegos por vários motivos, catarata pela idade, glaucoma, diabetes, acidente, entre outros fatores. Se isso acontecer calma, não se desespere. É triste sim, mas não motivo para desespero.

Ao contrário do ser humano que fica se lamentando e até se refugiam do mundo para depois vir a aceitação e a adaptação ao novo modo de vida, um cão quando fica cego trata logo de se adaptar a situação.

Quando um cão fica cego ele coloca seu nariz pra funcionar e é capaz de detectar obstáculos vindo a andar normalmente pela casa, e natural que em lugares estranhos ele fique um pouco perdido. O importante em sua casa é não ficar a todo tempo mudando as coisas de lugar.

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Nos locais que tiver escadas coloque um tapete com textura e você pode borrifar perfumes nesses tapetes de cada ambiente para que o cão identifique mais facil em qual ambiente esta. Não mexa na água e local de comida dele ele saberá chegar até eles mais fácil se ficarem sempre onde estiveram.

Continue levando ele para passear, afinal, pelo nariz ele ainda pode sentir odores, não é atoa que seu nariz funciona melhor que os olhos.

Pelo fim dos zoológicos

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O acidente envolvendo uma criança no zoológico do Paraná acende o debate sobre até onde um zoológico é eficaz e tem um papel importante.

Animais são mantidos em cativeiro há pelo menos 25.000 anos. Bombos eram mantidos em cativeiro há 6.500 anos, no Iraque.

A primeira coleção de animais foram feitas por egípcios a 4.000 anos. E a 3.000 anos foi fundado na china os Jardins da Inteligência um enorme zoológico. Dizem que o zoo seria um local para manter e preservar os animais e também uma maneira do homem conhecê-los pessoalmente.

Mesmo com a modernização dos zoológicos muitos problemas de comportamento, estresse, depressão, compulsividade são detectados em alguns animais. Por isso, ao meu ver, manter zoológicos não é algo tão eficaz e correto de se fazer. Animais tem seus instintos e privá-los disso é tortura.

A humanidade deveria investir em áreas de preservação protegendo estes animais no seu habitat natural. Sou a favor da extinção dos zoológicos por melhor que seja a boa intenção. Privar os animais da liberdade não nos fará diferentes dos que os caçam. Por isso repito, as nações deveriam investir na proteção no próprio habitat natural destes.

Cada espécie animal precisa de um “espírito” específico, que permita a preservação daquele tipo de vida de forma autônoma. Isso os zoos não podem fazer. Um animal nascido em cativeiro depois de 3 gerações perde todo seu “espirito” ou seja não resta conhecimento algum de como se interagir ou viver no seu habitat natural.

O que se conhece sobre a vida dos animais selvagens se deu pelo convívio de etolos no seu ambiente natural e não de estudos feitos em zoológicos. O que se conseguiu estudando estes animais em zoológicos foram apenas ideias supostas nascidas da mente humana.

Poderia-se criar zoológicos virtuais – como enciclopédias – com informações melhorando assim o conhecimento do homem a respeito dos animais e motivando o respeito para com eles.