Conheça a Radja

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Eu continuo em férias com minha família no litoral. Ainda na praia de Prumirinha conheci Radja, uma golden retriever linda, companheira que sempre que pode viaja até o litoral com seu dono Tiago. Uma viagem desde Taubaté.

Radja tem 4 anos e segundo seu dono, ela fica “rebelde” quando está na praia. Parece que fica surda…rs.

Mas também não é por menos, um local lindo como este cheio de cores, água e odores.
Seu dono adora jogar a bolinha no mar para Radja buscar. Por ser um cão retriever que significa buscar, resgatar, essa é uma ótima brincadeira, apelidado também de cão da água, nada melhor que buscar a bolinha entre as ondas.

Até a próxima!

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Pirata na Prumirim

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Continuando minhas férias pelo litoral, bem aqui na praia de Prumirim, conheci o Pirata, um vira lata esperto, caçador de caranguejo de areia. É bem difícil tirar uma foto do pirata, pois basta se aproximar dele que já começa a furar um buraco e enfiar a cabeça dentro. Talvez esse instinto esteja na sua mistura de pointer, raça ótima em caça, com alguma outra.
Alguns cães carregam o instinto de caça no gene e se isso não for dosado pelo dono pode virar facilmente uma compulsividade. Nosso amigo Pirata a tem toda vez que chega na areia e alguém se aproxima dele, talvez por causa de seu dono, que o incentiva a fazê-lo pra mostrar as pessoas.

Deve-se tomar cuidado ao reforçar uma qualidade no cão. Já vi cães ficarem compulsivos depois de uma simples brincadeira de correr atrás de uma luzinha vermelha do laser, depois disso não podiam ver um reflexo ou sombra, chegavam a parar de comer e beber. Pirata ainda está em tempo de ser curado. Depois de algumas dicas espero que seu dono as coloque em prática.

Mais fotos do Pirata:

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Cão e praia combinam?

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Essa semana eu resolvi tirar uma pequena folga. Peguei minha moto e minha esposa e fui para Ubatuba. Meu cunhado foi levando meus filhos e o restante da família, inclusive July, sua cachorrinha de estimação.

Fomos conhecer a Praia do Felix. Um local muito bom para passar o dia. Na entrada me chamou a atenção a placa que dizia: “proibida a permanência de animais”. Ficamos meio desconcertados, pois levamos a July. Na mesma placa uma explicação: “animais doméstico, mesmo vacinados transmitem inúmeras doenças as pessoas”.

Bom, não sei quem escreveu isso, mas só podia estar de brincadeira. É certo que se você leva seu cão na praia você deve ser responsável por tudo que ele fizer, inclusive o coco e o xixi, recolhendo quando ele fizer. Finquei o pé e disse que July iria ficar com a gente. Mostrei o saquinho de recolher as fezes e prometi que ela ficaria presa na guia o tempo todo. Depois de argumentar com o responsável e mostrar que eu estava certo, e a placa errada, entramos com July na praia. Conversando com algumas pessoas, elas disseram que sempre têm outras com cães e que nunca viram um incomodar. Que tinham criado caso com a gente a toa.

Nessa mesma praia andando até um local de pedras muito bonito, atrás dessas pedras havia latinhas de cerveja e bitucas de cigarro jogadas, e sentindo um cheiro forte e desagradável, logo percebi que eram fezes humanas. Então na saída mandei mudarem a placa: “proibida a presença de pessoas anti-higiênicas”
Pessoas anti-higiênicas na praia, mesmo vacinadas, podem transmitir doenças que prejudicam outras pessoas e o principalmente o meio ambiente.

Fiquei com vergonha só de imaginar o que a July podia pensar.

Tomy! A saga continua

Conforme disse no post anterior fui visitar Tomy. Ele mora numa casa grande, tem livre acesso a certas partes, e por incrível que pareça, essa ordem, ele acata, pois foi uma das primeiras que ele foi condicionado, por isso Tomy não passa do portão de saída nem entra nos quartos. Mas demais ordens ele não obedece de jeito algum.

Ao chegar, como sempre faço, cumprimentei o dono da casa primeiro e isso já gerou um conflito no cão que sempre teve atenção exclusiva. Mantive-me conversando com sua dona e não demorou muito para Tomy mostrar seus sinais de dominância.

Logo começou a pular no colo de sua dona exigindo carinho. Pedi para que ela não desse bola e continuasse a fingir que ele não estava ali.

Então ele saiu da sala e voltou com um Papai Noel de pelúcia, que colocou na minha frente, montou no bicho e freneticamente se colocou a fazer simulação de copula nele. Coitado do Papai Noel (hahaha)

Continuei a conversa não dando bola para o ato, então ele começou a rosnar olhar para mim querendo atenção. Me levantei, pisei na pelúcia e não demorou para me avançar seguido de uma mordida no meu pé. Mas o que ele não contava era que eu não recuei, permaneci com o pé em cima do boneco, enquanto ele puxava como se fosse um cabo de guerra.

Me abaixei e dei um cutucão lateral seguido de um forte e sonoro SHIIIIIIii. Ele soltou o boneco e pulou tentando pegar minha mão. Joguei o corpo para frente como se fosse enfrenta-lo, algo que ninguém tinha feito até então. Ele parou e apenas rosnando se afastou do boneco.

Hora outra ele tentava pega-lo, mas dessa vez fui mais incisivo e zanguei me mantendo firme mostrando que o boneco era meu. Com o passar do tempo ele foi parando de insistir e desistiu. Esperei mais um pouco, peguei o boneco e ofereci a ele. Ele o pegou e deitou em cima novamente. Esperei um tempo e pedi que me soltasse o boneco, no momento ele rosnou, mas logo abandonou resolvendo não me enfrentar.

Será um trabalho árduo nessa casa, mas importante que todos estejam dispostos a mudar para que a harmonia volte a viver nessa casa.

Aí o Tomy

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Tomy e a saga de sua família

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Numa pequena cidade do interior de São Paulo mora um cachorrinho da raça lhasa apso que está incomodando muito seus donos. Vou chamá-lo de Tomy, para preservar a identidade.

Tomy desde pequeno mostra-se um cachorrinho de temperamento difícil. No início era tudo uma beleza. Tomy brincava, recebia a empregada da casa com alegria pulava no seu colo e pedia toda manhã seu carinho matinal. Deitava no sofá com a família e enquanto assistiam TV Tomy era afagado por horas enquanto cochilava.

Mas Tomy começou a crescer e com ele o seu temperamento foi mudando.

Um dia Tomy estava embaixo da mesa com seu coelhinho de pelúcia e quando sua dona foi se levantar esse rosnou e latiu avançando em suas pernas. Sua dona achou que tinha pisado na pata de Tomy e o pegou afagando e pedindo desculpas. Mas não havia sido isso, Tomy iniciara seu processo de assumir a liderança da casa.

Hoje aos dois anos Tomy tem varias atitudes que incomodam seus donos.

Mesmo castrado ele monta nas pernas das visitas e fica simulando copula e aí de quem tentar cortar o barato, ele avança morde e deixa profundas cicatrizes.

Tomy não deixa ninguém passar perto dele quando está tirando seu cochilo, não deixa a empregada passar o pano no chão ou varrer, decide que o carinho acabou avançando e mordendo nos seus donos, decide qual é a hora do carinho e ai se não derem o que ele está pedindo.

Quando sua dona sai e volta ele a recebe atacando e mordendo suas pernas. É ele que decide quem entra na casa e que horas podem ir embora.

Quando está no colo de alguém ou perto, não aceita ninguém tocar naquela pessoa. Se enfrentado chega a pular na cara e não desiste de lutar.

Tomy se tornou um tirano, um animal dominante cuja família tem medo dele.

Me ligaram pedindo socorro e esta semana vou conhecer esse cãozinho tão temido por todos da família.

…continua na próxima postagem.

Crianças e animais podem conviver?

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Primeiro nunca os deixem sozinhos, não por não confiar no animal, mas sim na criança (rs). Crianças apertam, puxam, mordem, deixam cair e se for um cão grande pode revidar a agressão.

Outro dia viajando por uma pagina social me deparei com um vídeo onde uma criança brincava com um gatinho, ou melhor dizendo, ela maltratava o gatinho, e sob risos da mãe que filmava achando o máximo, o gatinho tentava se desvencilhar das “garras” da criança. O gatinho chorava, mas a mãe da criança apenas ria. “Num pode meu filho, num judia do bichinho”, dizia. Confesso que fiquei indignado por ver tamanha indiferença da mãe.

O que ela fazia deixando a criança brincar daquele jeito com o pobre bichano era educar a criança de uma maneira que essa quando crescesse não teria a menor compaixão de um animal.

Mas o que isso pode acontecer na vida de um animal quando ele é maltratado por uma criança?

Alguns animais desenvolvem uma aversão a crianças não aceitando a presença delas no mesmo ambiente, fogem ou atacam, pois pensam que vão sofrer o que sofreram quando eram filhotes na mão de uma criança. É importante monitorar as brincadeiras de ambos evitando agressões.

Se seu cão brinca de maneira agressiva, esse deve ser corrigido, mas se é sua criança que brinca de maneira agressiva com o animal esta deve ser corrigida no ato e de preferência com o animal olhando, assim ele sabe que você tomará atitude evitando assim que ele mesmo a tome, pois a correção de um animal grande pode ser fatal para uma criança.

Vendo que você esta ali para preservar a harmonia da família seu animal crescerá sem traumas sabendo diferenciar crianças pestes das boazinhas.

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A idade do aprendizado

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Até que idade eles aprendem? Não existe uma idade limite para se ensinar um cão, todos tem capacidade de aprender em qualquer tempo da vida. Filhotes são capazes de reconhecer comandos desde os 45 dias de vida ou menos. Um simples comando como mandar ir deitar ou não entrar no ambiente indicado eles e já conseguem aprender.

Um cão mais velho também é capaz de aprender desde truques até novas regras da casa, mas é certo que quanto mais velho mais relutante e cheio de manias ele fica.

O problema de tentar educar certos cães mais velhos e dominantes seja a agressividade, se o mesmo não aceitar, pode ir para vias de fato, e nem todo dono está capacitado a enfrentar o problema de frente.

Por isso comece cedo, mas se resolver começar tarde, tenha o dobro de paciência e persistência. É melhor com ajuda de um profissional.

E como diz o velho ditado: ‘antes tarde do que nunca’.