Cão guia

guia2Um cego andava pela rua com seu cão guia quando um gato atravessa na frente. O cão dá aquele puxão jogando o cego no chão e o arrastando alguns metros aos gritos de “PARE…PARE…PARE”.
O cego se levanta arruma a camisa levanta a calça enfia a mão no bolso, retira um biscoito canino de dentro e começa a chamar o cão.

– Vem, toma. Vem… vem… toma, toma.

Uma pessoa vendo toda cena diz:

– Nossa, que coração bom você tem! Depois de tudo isso você ainda vai dar um biscoito pra ele?!?

O cego sem pestanejar responde:

– Não! Quero ver onde está a cabeça dele pra eu dar uma bicuda (kkkkk).

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Brincadeira! Isso não iria acontecer com um cão guia e seu dono. Pessoas que possuem um cão guia tem verdadeira paixão por eles, pois além de companheiros, são seus olhos.

Aos apaixonados por cães sei que é difícil, mas um cão guia preso ao Arnes (_acessório tipo peitoral usado por eles_) é um cão de trabalho e não um mascote, por isso ao ver um, não toque, não acaricie, pois ele está em serviço. Não tente alimentá-lo, pois um cão guia tem horário certo para comer.

Se um deficiente visual acompanhado de um cão guia te pedir ajuda, aproxime pelo lado direito do deficiente visual e se tiver que conduzi-lo de o seu braço esquerdo e deixe que ele o segure. Não toque nos acessórios do cão (Arnes). Se estiver andando com seu cão controle-o ao passar perto do cão guia para evitar algum acidente. Um cão guia pode viajar em qualquer meio de transporte publico geralmente ele se posiciona aos pés do seu dono se mantendo quieto até ao destino. Um cão guia é muito bem treinado, não apresenta agressividade não se assusta com qualquer coisa, não defeca nem urina em qualquer lugar. Cães guias e seus donos têm livre acesso de frequentar qualquer lugar público.

Os animais sempre estão à disposição para servir o homem, por isso o mínimo que precisam é de respeito.

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Meu cão solta muito pelo! Dino explica

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Samoieda

A queda de pelos pode ocorrer por várias razões. Uma delas é a chamada queda fisiológica, que ocorre normalmente por envelhecimento do próprio pelo ou de seu folículo (raiz) e assim esse pelo cai para ser em seguida substituído por outros.

Essa queda fisiológica anteriormente referida ocorre em geral no verão e não é localizada (num único local da pelagem), mas generalizada, isto não querendo dizer que o animal se torne careca, pois essa queda é rarefeita e é percebida apenas com cuidadosa observação, pelo fato da pelagem ficar menos densa.

A queda chamada patológica (alopecia), que é a queda anormal, tem várias causas. Entre elas, doenças do próprio pelo ou da pele do animal, tais como micoses, sarnas, eczemas, enfim uma variedade enorme de causas diretas no epitélio de revestimento animal. A queda de pelos também pode ocorrer de forma indireta, por doenças nutricionais ou mesmo infecções. Entre as doenças nutricionais que podem determinar queda pode-se citar a simples avitaminose A. Estando essa vitamina A ausente ou em quantidade insuficiente na alimentação do animal, essa vitamina chamada de protetora dos epitélios, poderá haver simples perda de seu brilho e resistência, culminando até por sua queda. Insuficiências de determinados sais minerais na alimentação, pode ter por consequência também queda de pelos. Até a simples falta na alimentação de determinados aminoácidos, que como é sabido são por assim dizer os tijolos que formam as moléculas de proteínas mais complexas, podem também determinar queda de pelo.

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Komondor – O Floquinho do Cebolinha

As Infecções, pelo fato de determinarem febre, poderá ser também uma causa de queda de pelos. Em vista desses diferentes fatores, observe a pelagem de seu cão: caso seja localizada, formando verdadeiras “ilhas”, isto requer imediato tratamento de acordo com sua causa, sendo em geral originada por parasitas (fungos, sarnas ou outros parasitas). Caso não seja imediatamente tratada quando parasitária, há o risco inclusive do parasita se alastrar ou mesmo se propagar a outros seres suscetíveis, como o próprio homem, no caso de se tratar por exemplo, de uma micose tricofítica ou uma sarna por Sarcoptis scabiei (Escabiose).

O bebê está chegando. O que faço com o meu cachorro?

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O bebê chega e atrai boa parte da atenção da família e o cão pode sentir toda essa mudança, pois antes ele era o centro das atenções e agora passou a ser coadjuvante. Procure prever as mudanças que ocorrerão com a chegada da criança e tente adaptar o cão a elas, gradativamente. Evite alterações radicais.

Um cão que convive com a família pode temer ser expulso do grupo com a chegada de um novo integrante na matilha, pois ele depende da família pra sobreviver. Por isso, o cachorro costuma se manter muito atento, observando como os outros agem e como fica a situação dele à medida que novos fatos acontecem. Reduzir gradualmente a atenção é a melhor maneira de se proceder.

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Se o cão não vai poder entrar no quarto da criança, melhor iniciar o condicionamento antes da chegada do bebê. Na presença da criança, sempre procure dar petiscos, carinho e atenção ao cão. Em pouco tempo, ele perceberá que essa proximidade significa coisas legais.

Em vez de ficar enciumado, se entreterá com guloseimas ou com o que de bom acontecer e passará a gostar de ter o bebê por perto. Os agrados ao cão e os petiscos podem ser dados por uma pessoa, enquanto outra segura o bebê, sem problemas.

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O importante é algo agradável ocorrer sempre que o bebê estiver por perto. Associar o cheiro da criança com coisas boas aumenta as chances de o cão, ao se encontrar com ela, considerá-la parte da “matilha”. Esfregue alguns panos no bebê e coloque-os em locais estratégicos, agradáveis para o cão, como embaixo do prato de comida dele e nos locais onde ele gosta de cochilar. Assim, enquanto come e dorme, o cão sente cheiro do neném.

Seguindo essas regrinhas você terá um ótimo companheiro (a) para seu filho, por muito tempo.

Quanto vale a busca pela beleza?

Na busca por cães esteticamente perfeitos para competições, criadores de cachorros de raça realizaram, por muito tempo, cruzamentos entre animais com grau de parentesco muito próximo.

Essa mistura, porém, pela proximidade familiar dos animais em questão, causa uma série de problemas genéticos em determinadas raças. Ou seja, a busca pela perfeição de uma raça provoca muitas imperfeições. Vejam o caso dos Boxers, por exemplo, que não raramente apresentam problemas cardíacos, câncer e epilepsia. Os dóceis e meigos Cavalier King Charles Spaniel, outra raça com problemas genéticos, sofrem de uma doença no sistema nervoso chamada Siringomielia, em que o cérebro cresce mais que o crânio, causando uma dor de cabeça muito forte – que muitas vezes levam ao sacrifício do bichinho.

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O Pug cada vez mais com focinho achatado sofre de problemas para respirar e sente falta de ar. Os Rottweilers vem tendo acentuada tendência a displasia de coxo femueral e de cotovelo. O osteo sarcoma, um tipo de câncer nos ossos, também está muito presente na raça. Pastores alemães com traseira tão baixa que chegam a ter dificuldade de caminhar. Basset Hounds sofrendo de artrites. O Labrador, que costuma viver até 13 a 14 anos, pode passar por problemas ósseos. O Poodle pode ser encontrado de vários tamanhos: padrão (45 a 60 cm), médio (35 a 45 cm), miniatura (28 a 35 cm) e toy (28 cm). Esses cães espertos podem viver até 18 anos. O principal problema de saúde da raça é o câncer. No entanto, problemas de tireoide, pele e articulações também são comuns.

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O Pinscher pode alcançar até 20 anos. Luxação na rótula do joelho e necrose da cabeça do fêmur são comuns no bicho. Outras doenças da raça são epilepsia e sarna demodécica, também chamada sarna negra, que não passa ao humano, mas pode debilitar o animal. O Shih-Tzu pode pesar até 8 kg e sua altura varia entre 20 a 28 cm. O cão pode viver até 15 anos. Os problemas de saúde que a raça pode apresentar são úlcera de córnea, dor de ouvido, pedra nos rins, insuficiência renal e cherry eyes. Este último termo trata-se do deslocamento da glândula da terceira pálpebra, que é responsável pela produção de aproximadamente 30% da lágrima do olho. Isso cria uma bola vermelha nos olhos, que deve ser corrigida com cirurgia.

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Os problemas mais comuns de saúde que o Maltês apresenta são nas articulações, no fígado e nos olhos. O cãozinho vive até aos 18 anos e pode pesar entre três e quatro quilos. Ele chega a medir entre 20 a 25 cm. O Pit Bull pode atingir a altura entre 35 a 50 cm e seu peso pode variar de 30 a 50 quilos. As principais doenças que podem levar o cão à morte são alergias de pele, dermatite troncular solar canina (queimadura solar em animais de pele rosada na barriga e no focinho), além de fraturas dentárias. O bicho também pode sofrer com displasia coxofemural (defeito na formação da articulação do membro traseiro; isso traz dores ao animal, que pode até não conseguir mais andar).

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As principais doenças que se desenvolvem no Cocker Spaniel são as de olhos, como catarata, atrofia progressiva da retina e glaucoma (aumento da da pressão intraocular, que pode levar à perda da visão). Epilepsia, surdez, dor de ouvido e cardiomiopatia dilatada (doença do coração que pode matar o bicho) também são comuns. A média de vida dele é de 11 anos. O cão chega a pesar entre 11 e 13 kg e mede de 35 a 38 cm. Agora que você sabe disso avalie bem antes de possuir um lindo exemplar para exposição. Às vezes um belo SRD (vira-lata) supre todas as suas necessidades.

Meu cachorro está comento mato e até tijolos

kandor-eating-grass-256É um comportamento normal e que não deve causar preocupação. Embora não sejam vegetarianos, os cachorros, assim como outros animais carnívoros, como gatos, lobos e raposas, possuem este hábito. A fibra presente na grama ingerida pelo cão tanto melhora seu trânsito intestinal quanto provoca vômito no caso de o animal ter ingerido algum alimento que não lhe fez bem.

Isso acontece porque os vegetais têm a capacidade de irritar o estômago canino e provocar a rejeição daquilo que está causando náusea e dor, como alimentos impróprios e estragados.

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Os gatos também podem comer grama para expulsar do estômago, por meio do vômito, tufos de pelo ingeridos durante as lambidas no próprio corpo. Já a ingestão de terra por totós e bichanos é um sintoma característico de deficiência de sais minerais (inclusive cálcio e fósforo) na dieta.

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Mas existem animais que comem tijolos e pedra britada muitas vezes para chamar atenção, ou seja, por puro tédio.

Mantenha a alimentação do seu cão com qualidade e faça exercícios físicos regularmente, assim você evita que ele se torne um cão que come de tudo, literalmente.

Mega, hiper, super power

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Certa vez um cliente voltando dos Estados Unidos trouxe um brinquedo super, mega, hipes, power legal…

Na embalagem dizia que estimulava a inteligência do cão e que você poderia dificultar assim que o cão estivesse resolvendo o quebra cabeça mais rápido.

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Fomos testar o brinquedo com seu labrador, super, mega, hiper, power hiperativo (hahaha). Colocamos o brinquedo montado no chão e soltamos o cão. O Labrador partiu pra cima como um furacão, enfiando os dentes e de uma forma muito primitiva e bárbara, arrancou todo o petisco de dentro em pouco mais de 10 segundos, destruindo o brinquedo.

Conclusão: brinquedo, super, mega, hiper, power legal, não combina com o cão, super, mega, hiper, power agitado (kkkk).

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O brinquedo certo pro seu cão é o que combina com sua personalidade, no mundo comercial pet. Alguns brinquedos são para atrair os donos e não o pet. Bichinhos com carinha, cheirinho de morango, coloridinhos, nem sempre atraem seu cão. Sabe aquele presente que você dá pro seu filho e ele prefere a caixa do que o brinquedo? Pois é, mais ou menos isso.

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Você mesmo pode providenciar brinquedos mega, hiper, power legais pro seu cão, basta usar a criatividade. Às vezes uma simples garrafa pet com a ração dele dentro resolve, um tubo de PVC com petiscos dentro também.

Brinquedo certo tem que ter o perfil do seu cão, caso precise, tem que ser resistente, cheirar comida, ter barulho, mexer sozinho… isso quem tem que descobrir é você e não necessariamente o brinquedo dos Estados Unidos irá servir pro seu cão.

Agora que você sabe disso, bora montar um brinquedo mega, hiper, power legal pra ele?!

Caminhadas no verão com seu cão

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Duas cachorrinhas estavam conversando até que uma disse:
– Olha lá, o Rex ta vindo aí!
– Então vou entrar …(reponde a amiga)
– Você não gosta do Rex?
– Não ele até que é bonzinho, mas o nariz dele é geladinho.

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Na verdade o nariz do cão não é gelado e sim úmido, isso porque os cães possuem uma pequena quantidade de glândulas sudoríparas que liberam suor pelo focinho e assim ajudam controlar a temperatura interna.

Cães precisam transpirar pela boca, focinho e os coxinhos dos pés. Isso explica o motivo dos cães andarem com a boca aberta, respirando como se estivessem ofegantes. O ato não significa necessariamente cansaço, mas um processo de eliminação de calor do corpo: o ar quente sai e o frio entra. Essa mesma troca ocorre no focinho. Quando o ar quente interno sai por ali e entra em contato com o ar ambiente mais frio, ele sofre o processo de condensação e ganha a forma líquida, molhando e resfriando o focinho.

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MUITA ATENÇÃO AO COLOCAR ROUPINHAS NO SEU CÃO. VOCÊ PODE CAUSAR UM AQUECIMENTO E DEIXÁ-LO DOENTE AUMENTANDO MUITO A TEMPERATURA DELE.

No calor ofereça sempre água fresca ao seu cão, saia em horários onde o sol não esteja forte e leve água para hidratá-lo. Em época de calor intenso você pode levar uma capa feita de malha fina ou uma bem leve que seu cão tenha. Você pode fazer de uma camiseta velha, por exemplo. Abra ela no meio, retire as mangas deixe apenas a gola de maneira que ela fique apenas sobre o dorso do cão, coloque ela úmida e durante a caminhada você vai molhando com pequenas quantidades de água, mantendo o cão com a temperatura mais baixa.

Respeite os limites do seu cão e boa caminhada!!